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Blog criado por 20 alunos do 2º C do C.E.M 01 de Brazlândia, com a finalidade de mostrar a influência da mídia imposta sobre a população.

Hora da Reflexão *-*

domingo, 18 de setembro de 2011

Reino Unido: uma em cada 5 crianças é vítima do cyber bullying


Meninas são mais vítima de cyber bullying do que os meninos, aponta pesquisa feita no Reino Unido

Cerca de uma entre cinco jovens do Reino Unido sofreu cyber bullying, sendo as meninas mais afetadas do que os meninos, segundo pesquisa. Muitas das vítimas disseram que sua experiência prejudicou sua confiança, sua saúde mental e mesmo sua frequência escolar. O estudo foi feito por acadêmicos da Anglia Ruskin University com cerca de 500 jovens de idades entre 11 e 19 anos e foi divulgada pelo Daily Mail.
Quase um quinto, 18,4% admitiu ter sofrido cyber bullying, situações em que uma pessoa usa a internet ou o celular para intimidar o outro. Das 273 meninas questionadas, 60 delas, 22% disseram ser vítima de tal prática, enquanto 27 dos 200 meninos, equivalente a 13,5%, também enfrentaram o cyber bullying.
Dos 87 jovens que afirmaram ter sido vítimas do cyber bullying, um terço teve sua confiança "bastante" ou "muito" afetada, enquanto metade (52%) disse estar bem com sua saúde emocional. Pouco mais de um quarto (29%) dos que foram vítimas de outros disseram ter ficado longe da escola enquanto mais de um terço (39%) parou de socializar fora do horário escolar.
Dos 188 jovens que responderam a pergunta de se eles iriam procurar ajuda com o cyber bullying, menos da metade (45%) disseram que sim. Aqueles que responderam que não tinha medo de tornar as consequências ainda pior e/ou queriam lidar sozinhos com a questão. Aqueles que procuram apoio foram mais propensos a procurar a ajuda de pais e amigos.
Steven Walker, que liderou a pesquisa, disse: "Enquanto a maioria das interações online são neutras ou positivas, a internet oferece um novo meio através do qual crianças e jovens são vítimas de bullying. Ele acrescentou que muitas vítimas do bullying se que sabem que estão sendo atacadas, acreditam apenas ser uma brincadeira inofensiva.
"Enquanto o uso das mídias sociais entre os jovens continuar a crescer, a menos que o problema seja devidamente abordado pelos sites e agências de governo, o cyber bullying é só tende a piorar", disse o pesquisador.
a diretora de marketing do Facebook, Randi Zuckerberg, pediu o fim do anonimato online dizendo que os usuários de internet iriam "se comportar muito melhor" se todos tivessem de usar nomes reais ao navegar ou publicar na internet.

[Fonte: Terra]

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Uso excessivo do Facebook deixa adolescentes narcisistas e agressivos

  Um estudo americano mostra que o uso excessivo de Facebook pode provocar o desenvolvimento de distúrbios como narcisismo, comportamento antissocial e agressividade. 

A conclusão é de Larry Rosen, professor de psicologia da Universidade do Estado da Califórnia.

Em uma apresentação chamada “Cutuque-me: como as redes sociais podem ajudar e prejudicar nossas crianças” feita durante a 119ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia, Rosen falou sobre o assunto com base em uma pesquisa feita com mil adolescentes que vivem em áreas urbanas. Ele também observou 300 jovens que foram analisados durante 15 minutos enquanto usavam o computador.

Além dos distúrbios, os adolescentes que usam o Facebook demais, segundo ele, têm maior probabilidade de desenvolver dores de estômago, além de ter problemas durante o sono, ansiedade e depressão.

A leitura também é afetada. Quanto mais se usa o Facebook, tanto menos é a taxa de retenção do que se lê. Os estudantes que acessaram o Facebook ao menos uma vez durante o período de 15 minutos em que foram analisados usando o PC, tiveram notas menores na escola.

Mas nem tudo é negativo. O estudo revela que os jovens que usam muito o Facebook desenvolvem a “empatia virtual”, que é a capacidade de demonstrar pela internet a empatia por amigos angustiados, o que pode influenciar positivamente no humor.

Segundo o especialista, isso pode passar para o mundo real, ensinando aos jovens como estabelecer uma empatia com as outras pessoas no cotidiano.




Fonte [R7.com]

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O ADOLESCENTE E A MÍDIA

          


A adolescência é uma fase idealizada na nossa cultura e, sem dúvida refere-se à fase de conflitos, crises, dúvidas e angústias. Muitos pais planejam ocupar completamente o tempo de seus filhos, pensando em não sobrar espaços para os vícios, maus hábitos e coisas assim e para isso instalam verdadeiro regime militar, que antes não era exigido. Ou de tão difícil que acham aproximar-se do adolescente, preferem afastar-se e esperar a fase passar. O adolescente é alguém que está saindo da infância e ainda não chegou a idade adulta. É um ser em crise, em conflito. Esse momento é absolutamente necessário como etapa evolutiva. Não dá para se evitar. E no meio desse turbilhão de idéias e transformações, o jovem vai estabelecendo sua identidade. A instabilidade emocional, as tristezas ocasionais, os rompantes de ódio, as contestações, são parte do caminho para o crescimento. E em meio a tantos sentimentos diferentes emerge a mídia, a televisão, a internet, os videogames e esta vasta tecnologia digital, com telas coloridas, sinalizando a modernidade e o futuro.
É difícil pensar a sociedade sem trazer à cena os meios de comunicação social. Eles são presenças constantes onde quer que a vida aconteça. Refletir a esse respeito desenrola inúmeros fios de redes, nas quais se mesclam os relacionamentos sociais e tantas outras questões ligadas à sociedade e a nós mesmos. É real reconhecer que pela mídia eletrônica, especialmente pela televisão, o adolescente ingressa numa esfera pública que é comum ao adulto. Eles se configuram como um público que tem acesso aos temas da mídia, e é alvo de suas comunicações.A mobilização da sociedade sobre o assunto nunca foi tão urgente, pois é visto que a audiência a qualquer custo está minando a qualidade e o estímulo a produções infanto-juvenis. Felizmente já podemos sentir que muitos pais e vários especialistas, assim como profissionais de mídia, mantêm uma preocupação em buscar a qualidade.Neste contexto, torna-se fundamental fornecer subsídios para que os jovens questionem as ideologias que norteiam a produção midiática e estejam conscientes dos fatores que influenciam seu conteúdo. É preciso também que a juventude conheça as possibilidades de interagir com essas produções.Na medida em que, os jovens de gerações recentes estão fortemente expostos às mensagens veiculadas pela televisão, torna-se fundamental discutir a leitura desse meio, tendo em vista suas múltiplas possibilidades de influência sobre o desenvolvimento adolescente.A TV criada de forma a aproveitar ao máximo os conhecimentos gerados pelos outros meios de comunicação, como o cinema e o rádio, chega aos cinqüenta anos como uma fonte de estudos extensa e desafiadora. Partindo da verdade de que a televisão é entretenimento, o jovem procura uma programação que o mantenha atento diante da tela. Ele quer sentir emoções, sem pedir por elas. Ele quer se sentir informado, sem se sentir ignorante. Ele quer aprender sem se sentir em uma escola. Sendo a TV formadora de opinião e de comportamento, ela reúne a velocidade da informação ao fascínio de suas imagens e integra todas as regiões do país, apesar de suas diferenças sociais, econômicas e culturais.  

Autora: Sonia das Graças de Oliveira Silva. Professora, Empresária, Pós-Graduação (Especialista) em Educação Infantil pela UFJF e também Pós Graduada em Mídia e Deficiência pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Mg. Pós-Graduação em Arte, Educação e Cultura na UFJF. Contato pelo e-mail:soniajf23@yahoo.com.br e pelo e-mail: soniajf23@gmail.com  

Fonte: http://www.artigos.com/artigos/humanas/educacao/o-adolescente-e-a-midia-2157/artigo/

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A influência da mídia nos distúrbios alimentares e uso de esteróides em crianças e adolescentes

IntroduçãoSabe-se que devido à grande penetração das diversas formas de mídia na maioria dos lares de nosso país, as escolhas de crianças e adolescentes são cada vez mais influenciadas por comerciais, sejam eles televisivos ou até em forma de pequenos jogos na internet. Principalmente nesta fase de adaptações e mudanças, padrões pré-definidos podem afetar negativamente o desenvolvimento emocional e o comportamento-relacionamento intra e inter-pessoal. O que vemos atualmente, são padrões de beleza midiáticos (alta-magra-loira para as meninas ou o alto-forte-loiro para os meninos) na maioria das novelas ou chamadas comerciais.

Este bombardeio de informações acaba criando predominantemente nas meninas (mas não exclusivamente), distúrbios alimentares como a anorexia e bulimia. Nos meninos, normalmente nos anos finais da adolescência, esta busca pelo ideal criado, acaba se caracterizando pela utilização de esteróides anabólicos.

Na Internet, estão disponíveis sites que ensinam desde como fazer e como não deixar os pais perceberem o distúrbio alimentar e, também, quais os produtos e métodos de utilização de fármacos para perda de peso ou ganho de massa muscular. Entrando em sites de buscas e digitando o nome de um hormônio ou suplemento alimentar, encontram-se desde artigos científicos até como se toma e faz mais “efeito” combinado com tais outras substâncias. Normalmente, para não dizer todas as vezes, as informações estão erradas e são dadas por pessoas leigas e sem formação alguma, que tentam vender seu produto. Lembra-se também, neste caso, que a maioria destas drogas deveriam apenas serem vendidas com receita médica ou veterinária e uma outra parte é proibida de comercialização no Brasil.

Revisão de Literatura
Segundo DERENNE; BERESIN (2006), “através da história, a imagem corporal foi determinada por vários fatores, incluindo política e mídia. Exposição à mídia de massa (televisão, cinema, revistas e internet), é correlacionada com obesidade e imagem corporal negativa, onde pode resultar em distúrbios alimentares”(p.257).

NAKAMURA (2004) descreve a anorexia e a bulimia como “patologias intimamente ligadas, por apresentarem como sintomas comuns representação alterada da forma corporal, preocupação excessiva com o peso e o medo patológico de engordar” (p.15). Uma diferença básica entre as duas doenças é que na anorexia o indivíduo diminui ou elimina a ingesta de alimentos, e no caso da bulimia, após a ingestão se induz o vômito e comumente são utilizados laxantes para “não engordar”.

Tanto a anorexia quanto a bulimia, tendem a se apresentar em indivíduos do sexo feminino, numa proporção aproximada de 9 para 1, podem estar relacionadas com esquizofrenia, transtorno obsessivo-compulsivo, depressão, deficiências vitamínico-minerais, amenorréia e especificamente no caso da bulimia, problemas no sistema gastrointestinal, esofagites, e até perda de dentes.

JAGIELSKA e col. (citados por COBAYASHI e col. 2005) referenciam que meninas que possuem diagnóstico positivo para a anorexia nervosa há 12,9 meses (média) possuem diminuição da densidade mineral óssea de coluna em cerca de 36,6%.

Quando começamos a falar do uso de esteróides anabólicos, diretamente se fala em doping, pois “o doping é caracterizado pelo uso de substâncias para aumentar a performance ou burlar testes” (BACURAU, 2004)
Dentre estas substâncias, estão agentes anabólicos e hormônios peptídicos, onde, os esteróides anabólicos androgênicos ou “EAA” que são a testosterona e seus derivados e; hormônios peptídicos, que entre os mais utilizados estão o hormônio do crescimento “GH” e a gonadotrofina coriônica humana “HGC”.

Novamente em BACURAU (2004) como efeitos colaterais dos EAA, possivelmente estão efeitos cardiovasculares e na estrutura do coração e nos tendões musculares (p.168).

No caso do GH, é produzido pela glândula hipófise e estimula o crescimento na musculatura cardíaca e esquelética e curiosamente, até meados de 1985, era retirado da hipófise de cadáveres para uso em doping. Tem como efeitos aumento da massa muscular e diminuição da porcentagem de gordura corporal, mas como efeito colateral temos o crescimento inespecífico de órgãos e tecidos, além de diabetes, doenças tireoideanas e hiperlipidemia.

Estudo de DAL PIZZOL e col. (2006), verifica que em indivíduos entre 10 e 23 anos de idade, numa amostra de aproximadamente 5000 indivíduos, 319 deles já utilizaram ou utilizam drogas anfetamínicas e 110 deles utilizaram ou utilizam anabolizantes.

Em estudo semelhante, VILELA e col. (2004), com amostra de 1807 indivíduos entre 7 e 19 anos, verificaram que 59% destes estão insatisfeitos com a imagem corporal, 40% utilizam-se de dietas para emagrecer e 56% praticam atividade física com a finalidade de perda de peso.

Com base em IRIART; ANDRADE (2002), pode-se verificar que a falta de informação e também de dinheiro, faz com que jovens fisiculturistas utilizem-se de medicamentos anabólicos, muitas vezes de uso veterinário (pelo baixo custo) para “ficar forte” ou “ficar grande”. Em alguns casos, compartilha-se até a seringa para injetar o medicamento.

Quando se verifica a questão dos anabolizantes e seus usuários, surpreendentemente, a relação também é de 9 para 1 (a proporção curiosamente é igual a encontrada nos distúrbios alimentares), porém desta vez, são 9 usuários do sexo masculino para 1 do sexo feminino, segundo SILVA; MOREAU (2003).

ConsideraçõesO que se vê é que em muitos dos casos, seja de transtornos alimentares ou uso de esteróides anabolizantes, poderiam ser evitados se os conhecimentos dos profissionais de saúde (profissionais de Educação Física, Nutricionistas, etc...) fossem difundidos e divulgados nas escolas, nas mídias e entre os pais. Uma mudança de padrões na mídia, com maior diversidade (cultural, corporal e racial) entre seus atores e atrizes pode fazer com que crianças e adolescentes se identifiquem com eles e nessa fase tão atribulada da vida possam refletir e compreender que não existe um ideal que englobe a todos e sim, uma variedade de “individualidades” e que não é necessário que eles comprometam sua saúde, pois não há apenas um corpo perfeito, mas pontos de vista sobre vários modelos do que pode ser o ideal de cada um.

Autor:
Vinícius Guimarães Carneiro - CREF 063922-G/SP  


Fonte: http://www.portalsaudeevida.com.br/site/SecaoArtigos/materia.php?id=61

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mídia, Beleza e Alimentação

A ideia de beleza humana é transmitida através da mídia, usando como exemplo os modelos e a maioria dos artistas famosos (ser magro, não ter acne e outras imperfeições, olhos claros, pele bronzeada, etc.). Muitas pessoas, principalmente adolescentes e mulheres mais jovens, tentam ter o corpo considerado perfeito, e acabam tendo várias doenças. Um exemplo clássico é a anorexia, mas também existem outras doenças, como a bulimia.





O que dirá, então, se além da questão espacial, estiver em questão o quesito temporal, de certo que o conceito sofrerá mudanças drásticas. Beleza é algo relativamente ligado ao tempo e ao espaço, isto é, variando de pessoa para pessoa e principalmente, de lugar para lugar. Brad Pitt e Angelina Jolie são símbolos de beleza em seu tempo, mas só são unanimidades em seu espaço ou localidade, isto é, no mundo ocidental ou "ocidentalizado”.


Para Leonardo Da Vinci, o modelo de beleza foi traduzido pelo quadro Mona Lisa. Para ele, e para o pensamento da época, uma mulher bela possuía um corpo que seria considerado como acima do peso nos dias de hoje; atualmente, o padrão de beleza é uma mulher mais magra. Percebe-se, assim, que o conceito de beleza é muito relativo, variando de acordo com o contexto histórico e temporal analisado.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Beleza_humana


  
Atualmente, a mídia estabelece padrões de beleza, tanto para jovens, como para adultos e esses padrões fazem com que mudemos também a nossa alimentação, mas nem sempre essa mudança é positiva.

Boa parte da população mundial procura comer alimentos que engordem menos para que não fujam dos critérios já impostos pela sociedade e pela mídia. Atualmente a tecnologia e a medicina nos proporcionam inúmeros métodos para nos manter de acordo com os modelos de estética.

Deixando um pouco de lado os padrões de beleza, vamos abordar outro fator pelo qual a mídia nos influência: A nossa alimentação. Muitos de nós costumamos consumir alimentos que passam na TV, por exemplo, doces, refrigerante, enlatados, enfim, produtos que nem sempre fazem bem à nossa saúde, mas que têm um espaço na mídia.
  
Podemos concluir que a mídia tem uma influência considerável sobre a nossa vida. Seja no que for ela sempre nos impõe ao que devemos fazer e o que ou quem devemos seguir. É fácil perceber os efeitos desses conceitos de beleza sobre a população. Basta ligar a TV e logo ficamos sabemos de algum caso de morte por transtornos alimentares, que possivelmente foram apresentados por alguém que resolveu seguir à risca os padrões de beleza infligidos pela mídia.  



Fonte: http://raphaelviper.blogspot.com/2009/12/midia-beleza-e-alimentacao.html